Poemas Inspirados nas Vanguardas Européias.

O que o Futuro Reserva

Estou mais uma vez refletindo aqui Naquilo que ainda está por vir

Uns dizem que o futuro ainda está distante

Outros dizem que está bem adiante

Dizem que o futuro será de tecnologia

Com carros voadores em aerovias

Falam também sobre máquinas impressionantes

Robôs que fazem coisas fascinantes Acreditam que haverá cura para as doenças

Com vacinas e remédios com maior eficiência.

A globalização continua se expandindo E a tecnologia continua evoluindo

Às vezes eu não sei onde tudo isso vai acabar

Dizem que tudo só tende a piorar.

O robô conseguiu superar o lugar do homem

Numa sociedade que tudo lhe consome

O homem sedento nunca se satisfaz

Usando a ciência ele sempre quer mais

Insatisfeito até com aquilo que já tem Inventa engenhocas querendo ir além.

Santos Dumont estava à frente do seu tempo

Criou o avião o seu grande invento

Sempre existiram homens que inventaram

Mas também existiram os que conquistaram

O direito de ter o seu nome na historia

Homens que estarão para sempre na memória

Do automóvel ao celular tudo estar se modernizando

E o homem leigo esta sempre se adaptando

O futuro para muitos é um mistério motivante

Mistério que para muitos ainda é intrigante.

O que será que o futuro está nos reservando?

Se quer saber a verdade? Ainda estou esperando

A ciência e a medicina evoluem pra valer

E o homem leigo continua sem entender

Que futuro nossos filhos ainda terão

Esperando por coisas que ainda virão

Se quer ver o futuro, viva bastante

Cuide de sua saúde e seja um estudante

Viva a cada dia intensamente

Não esqueça que o futuro é o nosso presente.

Autores: Leandro, Eduardo, Anábio, Maylson, Cleiton, Thaís, Hully, Valéria.

Poema Dadaísta

Ouço a morte

Vejo os gritos
Paz, cadê?
Os ossos cantam entre os pássaros
Com a tesoura corta as armas

Martelos tragam noites.
Trincheiras abrigam o sono.
O sangue na alma corre velozmente.
O vômito da verdade chora.

Latiando ímãs de cansaço
A porta espia aberta
Canhões grotescos rasgam os milênios
Lâmpadas roem a ânsia repugnante

A luva posta silencia a morte
O ar, cadê?
A bondade dissipou

A chave abre os olhos.

A corrente espera a luz
Guilhotina fecha o poema.

Autores: Izane, Sara, Mailton, Jhenny Wellen, Bruna, Luila, Cledna, Vanderlândia, Cledson.

Acima de Plutão

Juntou-se a areia movediça e o sal

Formando o belo eclipse no sul do céu

Mas já amanhecia quando percebi e não mais vi

Só vi o sol e a lua virem juntos ao entardecer

Formar o Big Bang e explodir o céu

O mesmo céu do sul e também todo o norte

Jogando pedaços de anjos

Cada morador de Plutão que fugiu

Teve medo de viver num mundo sem céu

Vieram para o oriente

Passaram a viver entre paredes de poeira cósmica

Porque nos escombros de um céu não se forma eclipse

E nem sequer se acende estrelas .!!!

Autores: Thiago Henrique, Andrezza Vieira, Aritaiane, Elizângela, Antonio Ramos.

Episódio noturno.

Sondas compactas comprimam

minha especial libertinagem sedutora.

Com aspectos corruptíveis dá uma noção de beleza desejada, quando porém, trago como uma presa infame. -Knock-out!

Dou a paz que morfina mazelas e conceitos insanos. Ziguezagueando sei bem, que, cogitações profundas me fazem de plágio

Aracnídeos, Quirópteros, ofídios ...

Quem sou eu? DADÁ um conceito aí.

Pláft, Plúft!

Toc, toc, toc -Vazio!

Entrei em um mundo que não da pra entrar.

A aparência vaga,

Espelhos refletem bem,

Há vestígios de uma aparência.

Vaga a semelhança.

Autores: Hugo Noleto, Ana Paula, Luis Henrique, Adriana, Cláudia, Mayara, Ricardo, Armando.

Os dois lados da face

É indubitável que a fartura exista...

Mas é mais provável que a pobreza permaneça.

Quando se olha para o homem

Pensa-se logo em prosperidade

Mas é uma pena que não prospera, destrói, mata o seu próprio.

Não como se mata um animal

Mas como se mata um irmão

Enquanto numa rua bem iluminada

Vê-se riqueza

Em uma outra, uma noite sombria e escura

Vê-se a pobreza.

Enquanto na solidão, temos a fome

Na companhia, temos a fartura

No desespero, a vergonha

Na calma, o bem-estar

No coração a falta de compaixão

Na face, a alegria da pobreza.

Autores: Wanderson Gaioso, Wanderson Costa, Thony Ferreira, Natanael Uchôa, Mariano Pereira, Thiago Ferreira, Pâmela Rafyza e Thainara Carla

0 Response to "Poemas Inspirados nas Vanguardas Européias."

Postar um comentário